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Portal do Autor oferece banco de vagas de emprego na Internet

17/06/2010

Da Redação



O Portal do Autor, comunidade virtual administrada pela Apijor, oferece um novo serviço aos membros da comunidade e a quem mais acessar a página do Portal na Internet. É o Jornalistas. Procura-se, uma coletânea de vagas de emprego em todo o Brasil. As vagas são selecionadas e comentadas pela jornalista Carina Paccola de Londrina – Paraná.

Diariamente são publicadas novas vagas e as “velhas” ou vencidas são armazenadas em outra página, também acessível aos interessados. As oportunidades aparecem agrupadas por categoria: Imprensa/ Assessoria/ Iniciativa Privada; Concursos Públicos; Terceiro Setor; Ensino de jornalismo/ Comunicação.

Atualmente o número de vagas em exposição não chega a duas dezenas. No entanto, o objetivo é que o número de oportunidades oferecidas aumente com o tempo, assim como o número de consultas. Todos podem contribuir com novas informações, enviando-as para o emeio procurajornalista@gmail.com.

Leia um trecho do texto de apresentação do serviço, ainda em sua fase experimental, quando este foi lançado:

“O acordo inicial para a prestação deste serviço é que Carina tem autonomia para comentar as vagas que aparecem, na tentativa de separar o joio do trigo. Explicamo-nos: nestes tempos em que não há mais qualquer requisito legal para que alguém se auto intitule ‘jornalista’, após a decisão dos ministros do STF em 17 de junho de 2009 de derrubar a exigência da diplomação específica para o exercício da profissão, há uma visível precarização do mercado de trabalho dos jornalistas.

É importante esclarecer que mesmo com a queda do diploma, continuam válidos os acordos coletivos negociados entre os sindicatos patronais e os sindicatos de jornalistas. Dessa forma, quem contrata jornalista deve respeitar tais convenções.

Em estados como São Paulo, por exemplo, as convenções estabelecem pisos salariais, que são diferenciados em cada segmento (jornais e revistas; capital e interior; rádio e TV; assessoria etc.). Para não ter que pagar o piso, alguns empregadores divulgam suas oportunidades de emprego como sendo para “analistas de conteúdo” ou coisas do gênero. Quando o candidato chega para trabalhar, descobre que deve fazer lá exatamente o que faz um jornalista. Adotando o expediente de camuflar o nome da função, o empregador pensa que está livre de ter que respeitar a convenção coletiva de trabalho, o que não é verdade”.




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